sexta-feira, 13 de março de 2009

Cresce investimento na “Mídia de Todas as Mídias”

A Internet, a “Mídia de todas as Mídias”, revolucionou definitivamente a comunicação. As incertezas e desconfianças iniciais deram lugar a um poderoso e democrático veículo, que consegue agregar todas as mídias até hoje criadas.

A interatividade proporcionada por este poderoso instrumento de comunicação em massa, talvez seja a mais importante de suas qualidades. Com uma forma de interação única, este “novo veículo” consegue agregar e fortalecer todos os demais, e se consolida como um dos principais canais de comunicação na atualidade.

A fronteira de sua rádio, sua TV ou jornal, não é mais o alcance “tradicional” de seu sinal ou distribuição. Onde quer que um computador ou dispositivo móvel esteja conectado à grande rede de computadores você leva junto seu veículo de comunicação preferido.

A Internet tem evoluído muito, e nós brasileiros fazemos parte deste novo mundo quando somamos mais de 51 milhões de usuários, o que nos coloca entre os primeiros do mundo, mesmo com a baixa penetração que gira em torno de 27% da população.

A Internet tornou-se a “mídia das mídias”, pois todas cabem na Internet. Rádio cabe na Internet, jornal cabe na Internet, revista cabe na Internet, e por aí vai. Até mesmo a televisão já está lá, e em franca expansão.

Um dado interessante, oriundo de um levantamento realizado pelo Ibope Monitor, é o aumento no investimento das empresas brasileiras em campanhas publicitárias na Internet no ano passado. Os números chegaram a R$ 1,5 bilhão, que responde por apenas 2,7% do “bolo” publicitário em 2008, que foi de R$ 59,7 bilhões, mas está em franco crescimento. No Reino Unido este número já atinge 25% do “bolo”.

A televisão continua na frente com metade desse montante, seguida pelos jornais (25%), revistas (9,3%), TV por assinatura (8,1%) e o rádio (4,3%). A Internet com seus 2,7% já ultrapassou as salas de cinema (0,7%) e os outdoors (0,1%).

Este novo mundo da comunicação está apenas começando. Onde vai chegar, só o futuro dirá.

Fonte: RicardoOrlandini.net

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